Qual liberdade a turma do Leblon-Projac defende?

Nas últimas semanas duas exposições viraram polêmicas nas redes sociais: a do Santander em Porto Alegre e a do MAM em São Paulo. Ambas tinham um ponto em comum: a criança. A primeira, sobre a polêmica interação de crianças em questões abordando igualdade de gênero, além de apresentar obras de artes inapropriadas para a idade; e, a segunda, onde uma criança interage com um adulto nu, tocando-o.

A polêmica e a repercussão foram tantas que houve a interrupção das duas exposições. Diante dos fatos, artistas e simpatizantes vieram a público se manifestar contrários à onda, segundo eles, conservadora e “fascista”, de alguns segmentos da sociedade brasileira que censuraram e atentaram à liberdade artística, numa clara analogia ao período militar que governou o País por 21 anos (1964 a 1985).

Mas, se a questão é ser intolerante, várias pontos necessitam ser levantados para então conseguirmos entender os fatos. Quando defendem a liberdade de manifestação de expressão – se remetendo ao período militar – artistas, jornalistas, estudantes etc & tal caem em contradição ou são todos alienados.

Nos Anos 60 e 70, em defesa de uma causa esdrúxula defendiam uma agenda esquerdista, comunista que era o avesso de tudo que pensavam: ditadora, totalitária e que cometera a maior carnificina na história da humanidade. Somente um pequeno comparativo: Che Guevara matou em Cuba três vezes mais que a ditadura brasileira e é considerado um herói para a esquerda. Entre os mortos, crianças, civis, gays…

Deduz-se então que esses ativistas políticos ou eram alienados, ou eram oportunistas e/ou havia muita maconha nos caracóis de seus cabelos? Eu fico com as três opções!

Voltando ao assunto em questão, hipocrisia é o adjetivo que melhor se enquadra a eles. Sim! Não se viu até um momento nenhuma manifestação contra essa esculhambação que tomou conta dos cofres públicos dos estados brasileiros. Nenhum um desses artistas que aparecem no vídeo “342Arte” se manifestaram com os desmandos da saúde, da educação, da segurança pública e da corrupção.

Agora, saem do casulo protegido pela redoma de vidro da “vênus platinada” para falar de censura como que sua consciência política não advém dos egos de sua fama. Se posicionam como representantes da população e acusam quem discorda daquilo que são. Ledo engano! Como dizia Millôr Fernandes, “eu desconfio de toda idealista que lucra com o seu ideal”.

Há alguns casos de censura e de intolerância, relembrados agora, dos contraditórios esquerdistas que se omitiram por que não condiziam com a sua agenda ideológica: o cantor Wilson Simonal, mais recentemente a blogueira cubana Yoani Sánchez, o apresentador Danilo Gentilli, o cineasta Josias Teófilo do filme “Jardim das Aflições”, inúmeras peças teatrais etc.

Parafraseando a internauta Massima Debby: “A maioria da classe artística brasileira é a fina casta da esquerda caviar, aquela que adora Cuba lá de Paris…”. Salve a Dona Regina!

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