O que esconde a esquerda brasileira?

Vimos logo no primeiro dia de 2018, notícias de Nicolás Maduro, presidente venezuelano, em ataque à imprensa de seu país. Segundo o site Gazeta do Povo, Maduro não renovou às concessões de rádio e televisão, estrangula jornais na compra do papel (que é controlado pelo Estado) e agride jornalistas.

A situação é bastante crítica, de acordo com o Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa venezuelano. A entidade informa que, em 2017, 69 veículos de imprensa no país foram fechados: 46 emissoras de rádio, três emissoras de televisão e 20 jornais.

Foto: Carlos Robayo/AFP

O número é mais alarmante: além das 498 agressões a profissionais de imprensa e 66 prisões, houve ainda 125 mortes no ano. As autorias desses crimes devem-se à Guarda Nacional Bolivariana e grupos paramilitares (entre elas, as milícias chavistas).

Em virtude desse caos político e de repressão, as relações diplomáticas entre Venezuela e Brasil azedaram.  A Assembleia Nacional Constituinte venezuelana declarou persona non grata o embaixador brasileiro em Caracas, Ruy Pereira. Com a mesma moeda, o Brasil aplicou a lei da reciprocidade e declarou persona non grata o encarregado de negócios venezuelano no Brasil, Gerardo Delgado Maldonado.

E a democracia?

Não se estabelece uma ditadura para defender uma revolução, defendemos uma revolução para defendermos uma ditadura”. (George Orwell, em “1984”)

Assim como os livros de história omitem, uma pergunta fica no ar: há democracia no regime socialista bolivariano que a esquerda brasileira tanto defende? Não é de se espantar que tal pergunta fique sem resposta uma vez que a palavra democracia nunca fez parte do manual de guerrilha de Carlos Marighella e sua trupe.

Nota-se então, que a luta pela democracia e pela liberdade de expressão, que a esquerda diz defender no país, é o maior engodo da história política brasileira. Há meio-século, os revolucionários do país contam tal mentira ostentada pela imprensa, por intelectuais e artistas simpatizantes à causa. É mais fantasioso que um conto de fadas.

Há muitas coisas a serem desvendadas num futuro sombrio: a esquerda brasileira monopoliza o pensamento nos meios culturais e universitários do Brasil; na contramão, há a internet com suas mídias sociais. Por isso, é um “equívoco” a regulamentação da internet, pois ela é uma questão prioritária àqueles que defendem a liberdade de manifestação, de pensamento.

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